Archive for November, 2015

O nosso dia-a-dia em geral é bastante acelerado: e-mails, mensagens no celular, redes sociais, ligações e muito trabalho. A nossa rotina acaba não deixando muito tempo para pensar. Mas, ainda assim, no meio desse corre-corre diário, as ideias surgem. O nosso cérebro é uma máquina que trabalha sem parar e, quando menos esperamos, surge uma ideia diferente, uma ideia que se destaca no meio de todas as outras.

O que fazer quando isso acontece? Aqui na Idealizza nós recebemos e também temos muitas ideias diferentes: ideias de sistemas, produtos, novas empresas. Quando estamos no campo das ideias não há limite para a nossa imaginação. Porém, como fazemos para saber se a ideia é boa mesmo? Será que ela é viável?

O primeiro passo para fazer essa avaliação é pensar em como colocar a ideia em prática: a parte mais difícil, como alguns pensam, não é ter a ideia, é executá-la! Então, é necessário pensar como colocar em prática: quanto mais fácil a execução, maior a viabilidade da ideia. Simples, não? Calma, pois é só o começo.

O segundo passo é pensar: quem vai executar a ideia? Eu mesmo? Se a resposta para essa pergunta for sim, eu terei o tempo necessário para me dedicar a execução dessa ideia? A realidade é que a resposta para essa pergunta, na maioria das vezes, é não. Porém isso não é um problema, se a execução é viável existem três caminhos para conseguir ter o tempo necessário:

Reduzir a complexidade: amadurecer a ideia conversando com pessoas que tenham conhecimento na área de atuação, amigos, colegas de trabalho, até chegar no que chamamos de MVP (mais informações aqui). Após chegar ao MVP, você pode reavaliar se já é possível dedicar o tempo necessário.

Procurar um parceiro: se a sua ideia for um projeto dentro da sua empresa, você pode procurar um colega de trabalho que o ajude a executá-la. Se for uma empresa, pode procurar um bom sócio (E deve! Tocar uma empresa sozinho é uma missão quase impossível). Se for um hobby, ou ação social, procure um amigo!

Bons fornecedores: por fim, procure analisar todas as ações relativas a execução da sua ideia que podem ser executadas por
prestadores de serviços. Com exceção do foco principal da sua ideia, tente delegar para outras empresas, especialistas no que fazem, a execução das demais ações. Assim você consegue focar em fazer a sua ideia atingir o objetivo principal.

Estamos nos aproximando do final do ano, uma época onde ficamos mais reflexivos e devemos avaliar como foi o nosso rendimento durante o ano de 2015 para que possam planejar o ano de 2016 e continuar crescendo. Esse é um ótimo momento para colocar nossas ideias no papel e planejar a execução no novo ano que se aproxima.

Por fim, recomendo que você assista esse vídeo sobre de onde vem as boas ideias, é um vídeo curto (4 min) que irá ajuda-lo muito a entender todo esse processo:

Se você tiver alguma dúvida, quiser aprofundar em alguma das alternativas apresentadas ou evoluir a sua ideia, sinta-se à vontade para me enviar um e-mail no endereço yuri.notaro@idealizza.com.br

 

Tem vaga para a nossa equipe sim! O que você está esperando? Corre e manda o currículo para o e-mail oportunidades@idealizza.com.br e vem fazer parte do time da Idealizza!

Em novembro a Idealizza completou sete anos de existência. Quando nós a fundamos ouvimos de muitas pessoas que a maioria das empresas não passava dos dois primeiros anos. Em vários dos cursos que fizemos, ouvimos que não eram dois anos e sim cinco anos que a maioria das empresas não passavam. Bem, nós ultrapassamos a barreira dos dois anos. Nós ultrapassamos a barreira dos cinco e agora estamos ultrapassando a barreira dos sete anos.

Iniciar um negócio é muito mais do que ter a coragem de colocar uma ideia em prática – e abrir mão te muitas outras coisas em prol disso. É assumir responsabilidades com os seus clientes e com seus funcionários, é carregar o peso de saber que pessoas dependem das suas decisões.

É se deparar com problemas que você não faz ideia de qual é a solução e conseguir resolvê-los. É descobrir, na prática, que isso não se faz sozinho. É descobrir que clientes, dirigentes, gerentes, parceiros e funcionários – todos formam um ciclo onde um depende do outro para alcançar seus objetivos com sucesso. E, no final das contas, é seu trabalho tentar fazer esse ciclo funcionar da melhor forma possível.

Falo em nome de todos que criaram esse negócio, que cresceu e hoje já reúne outros negócios, para agradecer a cada um dos que já passaram por aqui, dos que contribuem conosco, sendo clientes, funcionários ou parceiros, pois sabemos que não teríamos conseguido chegar até aqui sem vocês.

Sabemos que a Idealizza hoje é uma grande ideia feita de pequenas contribuições, dos que aqui estão ou já estiveram, e que se cada um de vocês não tivesse passado por aqui, não chegaríamos onde estamos.

Muito obrigado.

Yuri Notaro

Um dos grandes desafios para se tomar a decisão de adquirir um sistema é conseguir mensurar, antes do investimento, qual será o retorno. Em alguns tipos de sistemas o retorno poderá ser mais fácil de mensurar, como quando você adquire uma ferramenta de e-commerce, onde o investimento pode ser comparado ao de abrir um novo canal de vendas em sua empresa.

Porém, em outras situações, como na adoção de um sistema financeiro ou de gestão de cobranças, o retorno se torna um pouco mais difícil de mensurar. Como é possível, então, analisar o investimento em determinada solução em relação ao custo de não investir?

Como aqui na Idealizza nós trabalhamos com o desenvolvimento de sistemas sob demanda, onde o cliente pode desenvolver o sistema da forma que preferir, nós gostamos de comparar o retorno utilizando cenários:

a)    Quantas pessoas precisarão ser alocadas para que o trabalho seja feito com a mesma eficiência?

Analisar o tamanho da equipe necessária para executar uma tarefa a qual um sistema se propõe a fazer é um caminho para realizar essa análise: se o meu custo com pessoas será de R$ 3.000,00 por mês, o que significa R$ 36.000,00/ano, e o meu sistema custa R$ 20.000,00, terei uma economia de mais de 44% no primeiro ano. O meu investimento, nesse caso, começará a dar retorno a partir do sétimo mês de operação.

b)    Quantas pessoas serão liberadas dessa atividade e poderão ser realocadas em outras atividades após a implantação da solução?

Nesse outro cenário, onde já existe uma equipe executando a função, um caminho é analisar onde a equipe será alocada após a implantação do sistema: em geral, de acordo com a nossa experiência, a equipe nunca é desligada. Todos continuam desempenhando a função com mais eficiência e passam a ter tempo para executar outras atividades que antes não eram feitas devido à sobrecarga.

Assim, é possível imaginar que, se fossem necessárias mais duas pessoas para executar essas atividades, com um custo mensal total de R$ 2.000,00, o que significa R$ 24.000,00/ano, e o sistema custa R$ 20.000,00, a economia é de 17% no primeiro ano, com o investimento começando a dar retorno a partir do 11º mês.

Esses indicadores, claro, não são os únicos valores adquiridos ao se implantar uma solução: os sistemas podem automatizar a execução das tarefas e executá-las num volume maior do que a equipe e com um menor número de erros, ao mesmo tempo que a equipe com uma carga menor de atividades poderá focar em ações que trarão mais valor agregado para o setor, além da representação da economia financeira.

Nós temos cases em clientes bastante interessantes, onde após a implantação o cliente pode aumentar a o tamanho da operação sem o número de erros que acontecia antes, com um volume bem menor de trabalho, e as pessoas da equipe dizem que “não conseguem trabalhar sem o sistema”.

Se você quiser conhecer mais sobre os nossos cases, acesse a nossa página http://www.idealizza.com.br/cases